Representante da TotalEnergies informa sobre questões de segurança em Afungi

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13 Junho, 2025
Photo: Mikhail Metzel, TASS

Saudações! Seja bem-vindo à edição de "A Voz de Cabo Delgado" para 13 de Junho l de 2025. "A Voz de Cabo Delgado" é um espaço noticioso produzido pela Plural Média.

Para já os destaques:

🔸 Representante da TotalEnergies informa sobre questões de segurança em Afungi

🔸 Dois membros da força local mortos em ataque terrorista em Muidumbe

🔸 Ajuda humanitária reduziu para norte de Moçambique

Pode ouvir esta edição na sua língua de escolha, desde Português, Emakhuwa, Kimwani, Kiswahili ou Shimakonde. Visite a nossa página, avoz.org, para escolher a sua língua de preferência ou através dos nossos canais de WhatsApp ou Telegram.


O representante máximo da TotalEnergies em Moçambique, Maxime Rabilloud, convidou cerca de cem pessoas, incluindo contratados e subcontratados da empresa, para uma reunião por videoconferência particularmente importante em 27 de Maio.

Segundo a Africa Intelligence, o objetivo era discutir as futuras condições de segurança introduzidas pela gigante petrolífera na unidade de Afungi, onde serão construídos dois trens de Moçambique LNG (13,1 milhões de toneladas).

As 120 pessoas presentes, em primeiro lugar os representantes da CCS JV, a joint venture escolhida para liderar o projeto, incluindo a Saipem, a McDermott International e a Chiyoda, bem como subcontratadas como a WBHO e Gabriel Couto, souberam, entre outras coisas, que a área do Parque de GNL na península de Afungi seria totalmente inacessível por terra, o dia todo, tanto para entregas quanto para circulação de funcionários.

Diz a Africa Intelligence que mantimentos, materiais de construção e trabalhadores chegarão por mar ou ar porque Afungi possui uma pista de pouso, construída por Gabriel Couto.

Após uma apresentação de 20 minutos de Rabilloud, acompanhado por alguns de seus funcionários seniores, a reunião terminou sem que os participantes pudessem fazer perguntas.


Terroristas ligados ao Estado Islâmico na província de Cabo Delgado alegaram na segunda-feira ter matado dois membros da força local na aldeia de Magaia, em Muidumbe, no domingo, numa batalha que ocorreu após o sequestro para resgate de moradores locais e o saque de alimentos.

Segundo o Zitamar News, os terroristas apareceram em campos perto da aldeia na manhã de sexta-feira, 6 de junho, onde capturaram entre cinco e seis camponeses e os forçaram-os a ligar para seus familiares e pedir resgates para sua libertação.

Uma fonte local disse à Zitamar que duas pessoas foram libertadas por 15.000 MZN (US$ 235) cada, e outras três por 10.000 MZN (US$ 157) cada.

Mais tarde naquele dia, os insurgentes entraram na aldeia, mas foram repelidos pela Força Local, civis que receberam armas para defender suas aldeias em Cabo Delgado.

Os terroristas retornaram no domingo, 8 de junho, e uma longa batalha com a Força Local se seguiu, resultando na morte de pelo menos um membro da força.

Através de seus canais de propaganda, o Estado Islâmico alegou ter matado dois. Os terroristas também saquearam as casas de moradores que haviam fugido para a mata.


O Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) alertou que a ajuda humanitária destinada à zona norte de Moçambique teve uma queda de 17% até abril do ano em curso.

De acordo com o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários, até abril de 2025, apenas 664.000 pessoas foram assistidas, o que representa uma redução em relação ao período homólogo de 2024, em que foram assistidas 802.000.

Os dados constam de um refere o relatório da OCHA, citado pela DW. Segundo a emissora a organização das Nações Unidas esclareceu que a redução se deve a um declínio mais amplo na capacidade operacional.

O financiamento caiu quase 12%, de 52 milhões de dólares em 2024 para 46 milhões de dólares, enquanto o número de parceiros humanitários caiu drasticamente de 66 para apenas 48, uma redução de 35%”, detalha o relatório.


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