EUA planeia doar mais 22 milhões de dólares para combate a insurgência

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26 Março, 2024

Saudações! Seja bem-vindo à edição de "A Voz de Cabo Delgado" para 26 de Março de 2024. "A Voz de Cabo Delgado" é um espaço noticioso produzido pela Plural Média, em parceria com o projecto Cabo Ligado.

Para já os destaques:

🔸 Quissanga e Ibo aguardam meios aéreos para arranque do recenseamento

🔸 EUA planeia doar mais 22 milhões de dólares para combate a insurgência

🔸 Presidente Nyusi confirma saída da SAMIM a 15 de Julho


Os equipamentos e as brigadas de recenseamento eleitoral ainda não foram fixados nos distritos de Quissanga e Ibo, província de Cabo Delgado, devido às atividades insurgentes.

A informação foi avançada, na sexta-feira, pelo director nacional do gabinete jurídico do STAE, Lucas José, que falava durante o balanço da primeira semana de recenseamento.

De acordo com a Rádio Moçambique, Lusas explicou que neste momento estão a ser estudadas alternativas para fazer chegar o equipamento àqueles distritos, incluindo a possibilidade de recorrer a meios aéreos e marítimos.

Ele também disse que a tempestade tropical Filipo causou danos e o STAE foi obrigado a alterar o plano inicial das necessidades, sobretudo em alpendres e meios de transporte.


O Governo norte-americano pretende disponibilizar, este ano, 22 de milhões de dólares em novos fundos de apoio ao combate à insurgência em Cabo Delgado, anunciou na sexta-feira a Embaixada dos Estados Unidos em Maputo.

A nova doação foi comunicada pela secretária adjunta do Gabinete de Operações de Conflitos e Estabilização do Departamento de Estado, Anne Witkowsky, após a sua visita a Moçambique, de 17 à 21 de Março.

Ela clarificou que o fornecimento destes fundos depende ainda da aprovação no congresso americano.

A notícia foi avançada pela Rádio Moçambique, referindo que com este investimento, os Estados Unidos terão disponibilizado quase 100 milhões de dólares em assistência focada na estabilidade do norte de Moçambique desde 2022.


O Presidente Filipe Nyusi confirmou, no sábado, a saída da Missão da África Austral para combate ao terrorismo em Moçambique (SAMIM) a 15 de Julho, clarificando que a força militar será substituída pelos “moçambicanos, os donos do país.”

De acordo com o jornal "O País", Nyusi falava na Zâmbia, no contexto da sua participação numa cimeira extraordinária da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).

Na ocasião, a ministra dos negócios estrangeiros, Verónica Macamo, explicou que a SAMIM estava a enfrentar alguns problemas financeiros e que Mocambique não estava em condições de fechar o déficit.

Ela acrescentou que a SADC também entendeu que, caso outros países continuem a apoiar Moçambique com material, incluindo o letal, o país pode efetivamente debelar a insurgência em Cabo Delgado.


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