Estado Islâmico lança campanha "mortífera" com uma série de ataques em Cabo Delgado

Os terroristas voltaram a apostar em matar, destruir, roubar e raptar, no âmbito da campanha "'matem-nos onde quer que os encontrem'". Esta campanha prevê a intensificação dos ataques em todo o mundo, incluindo em Moçambique.
5 Janeiro, 2024

Os terroristas voltaram a apostar em matar, destruir, roubar e raptar, no âmbito da campanha "'matem-nos onde quer que os encontrem'". Esta campanha, que prevê a intensificação dos ataques em todo o mundo, incluindo em Moçambique, foi declarada através de uma mensagem áudio do porta-voz oficial do EI, Abu Hudhayfah al-Ansari, na sequência dos atentados suicidas perpetrados na quarta-feira no Irão pela filial afegã do EI, que mataram pelo menos 84 pessoas.

Só nos últimos dias, os terroristas atacaram as aldeias Ntotwe, onde mataram dois civis e uma emboscada a uma patrulha marítima das Forças de Defesa e Segurança foi relatada na ilha Nhonge, em Mocímboa da Praia, um distrito que alberga diversas posições militares. Antes destas incursões, diversos confrontos, com baixas descritivas como significativas de ambos lados, foram registados em Mucojo e Pangane, distrito de Macomia.

Nas últimas horas, circulam informações de mais um ataque ao posto administrativo de Chai, distrito de Macomia, com a população nas matas, uma morte confirmada e um estabelecimento comercial incendiado.

A situação é altamente tensa, incluindo mesmo na sede distrital de Mocímboa da Praia, onde rusgas das Forças de Defesa e Segurança têm estado, nos últimos dias, a encontrar armas escondidas em residências, numa reedição dos primórdios dos ataques à sede distrital com base numa estratégia que foi descrita como “ataque de dentro para fora”. Ou seja, no assalto final à sede distrital de Mocímboa da Praia, em Março de 2020, os terroristas que estavam e eram residentes da sede, atacaram do centro da vila para fora, o que não deu qualquer hipótese às Forças de Defesa e Segurança.

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