Estado General maior esclarece o caso dos 300 militares desmobilizados em Cabo Delgado

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31 Agosto, 2025

Saudações! Seja bem-vindo à edição de "A Voz de Cabo Delgado" para 30 de Agosto de 2025. "A Voz de Cabo Delgado" é um espaço noticioso produzido pela Plural Média.

Para já os destaques:

🔸 Estado General maior esclarece o caso dos 300 militares desmobilizados em Cabo Delgado

🔸 Presidente da República esclarece acordo de segurança com o Ruanda

🔸 PRM detém burladores de jovens que querem ingressar na polícia em Pemba

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O Estado Maior-General das Forças Armadas de Moçambique reagiu à situação de mais de 300 ex-militares que combateram durante um ano em Cabo Delgado sem remuneração e com dificuldades logísticas.

Segundo a instituição, através de um comunicado, os referidos indivíduos são ex-militares em diferentes condições, incluindo reservistas voluntários e expulsos por indisciplina, e que tentaram reintegrar-se nas Forças Armadas sem seguir os procedimentos legais.

Apesar de alegarem que responderam a um chamamento do Ministério da Defesa e que lhes foram prometidos subsídios, o Estado Maior-General afirma que a reintegração foi irregular. Como resultado, foi decidido que os mesmos devem regressar às suas zonas de origem, onde poderão iniciar um processo de reintegração formal, conforme as normas legais.


O Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, esclareceu que o Acordo sobre o Estatuto das Forças (SOFA), assinado com Ruanda, não representa a criação de uma nova aliança ou acordo militar.

Segundo Chapo, que falava no balanço da sua visita a Ruanda, trata-se apenas de um instrumento jurídico internacional que define as regras de atuação de tropas estrangeiras em território moçambicano, como já ocorreu com a presença da SAMIM (SADC).

O acordo visa apenas legalizar e regular a presença das forças ruandesas em Cabo Delgado, sem prever aumento do contingente militar. A visita oficial ao Ruanda teve como objetivo fortalecer os laços de amizade e cooperação entre os dois países, especialmente no combate ao terrorismo.


A Polícia da República de Moçambique (PRM) deteve, na tarde desta quinta-feira (28), em Pemba, mais três indivíduos, incluindo dois membros da corporação, acusados de burlar mais de 20 jovens que pretendiam efectuar depósitos de 450 meticais cada para o processo de inscrição com vista ao preenchimento das vagas na PRM.

De acordo com Eugénia Nhamussua, porta-voz da PRM, citado pelo jornal notícias, os três indivíduos perpetraram as burlas em circunstâncias diferentes, e sua neutralização foi graças às denúncias das próprias vítimas.

De acordo com o jornal estas detenções aconteceram 24 horas depois de outras duas, com os suspeitos a serem acusados do mesmo crime.‎


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